quinta-feira, 13 de março de 2014

Pablo Neruda

Marcado pela emotividade, Pablo Neruda dedicou sua arte a justiça social e em 1971 recebeu o Prêmio Nobel de Literatura. Neftaly Ricardo Reis, com o pseudônimo Pablo Neruda em homenagem ao poeta tcheco Jan Neruda. Pablo Neruda nasceu e Parral- Chile, em 12 de julho de 1904. Neruda passou sua infância em Temuco, no sul o país onde conviveu com a Natureza. Mudou-se para Santiago e estudou Francês no Instituto Pedagógico da Universidade do Chile. Seus primeiros poemas reunidos em "CREPUSCULÁRIO" 1923, com o nome Pablo Neruda. A publicação "VEINTE POEMA DE AMOR Y UNA CANCIÓN DESESPERADA" 1924, o consagrou com um dos mais importantes poeta Chileno. Neruda representou seu país em diversos pontos do sudeste asiático, como Consul- Geral do Chile, inclusive Birmânia. Escreveu "RESIDÊNCIA EN LA TIERRA" 1933, em estilo Surrealista. Viajou para Buenos Aires e foi Cônsul a Espanha. Visitou vários país da Europa, inclusive União Soviética, que lhe concedeu o prêmio Lênin da Paz em 1953. Escreveu ainda, "CANTO GENERAL" 1950, "ODAS ELEMENTALES" 1954, "CIEN SONETOS DE AMOR" 1959, "MEMORIAL DE ISLÂ NEGRA" 1964 e "LA ESPADA INCENDIDA" (A Espada Incendiada) 1970. Em 1971, foi novamente nomeado Embaixador do Chile em Paris. Sua autobiografia "CONFIESO QUE HE VIVIDO", publicado postumamente em 1974. Pablo Nerudo morreu em Santiago em 27 de setembro de 1973. Elementares características pessoais de Pablo Neruda: É marcado pela emotividade e cita sua obra como crescente pendor humanitário, pois põe seu talento ao serviço da justiça social. Ainda consagra seu trabalho em ideais políticos e manisfesta seu profundo amor pela Natureza.

terça-feira, 11 de março de 2014

Pensamento do Dia

"Se justificam mentindo com pretextos enganosos, e com rodeios fingidos." Gregório de Matos.

segunda-feira, 10 de março de 2014

Gregório de Matos

De formação barroca e de vocabulário que inclui palavras tupi e africana. Gregório de Matos e Guerra nasceu em 23 de dezembro 1636 em Salvador-BA. De família influente e senhores de engenho, estudou no Colégio dos Jesuítas. Viajou para Portugal em 1652 onde foi estudar na Universidade de Coimbra e especializou-se em Direito Canônico. Foi nomeado Juiz de Fora Alcácer de Sal e era juiz civil em Lisboa (1671). Voltou para o Brasil em 1679 como Clérigo Tonsurado e ocupou o cargo de Tesoureiro-mor da Sé. Casou com Micaela de Andrade em 1671, enviuvou em 1678, casou-se com Maria dos Povos e teve um filho. Homem de vida boêmia, com suas sátiras não poupava as autoridades civis e eclesiástica da Bahia, com isto era chamado "Boca do Inferno". Em 1894 foi para Angola degradado depois de um golpe militar e tornou-se conselheiro do governo. Voltou ao Brasil e foi morar em Recife, mas foi proibido de escrever suas sátiras. Sua poesia seja sacra, lírica, burlesca ou erótica, representa a realidade brasileira. Sua coletânea "PARNASO BRASILEIRO" ou "COLEÇÃO DE MELHORES POESIAS" 1828-1831. Gregório de Matos morreu em 1696 em Recife-PR, e foi enterrado no antigo hospício da igreja Nossa Senhora da Penha dos Capuchinhos Franceses. A obra de Gregório de Matos consiste em manuscritos apógrafos, isto é, compilações feitas por outrem. Pertencem a várias bibliotecas do Brasil e de Portugal. Elementares características pessoais de Gregório de Matos: Com vocábulo que inclui palavras indígenas. ele discute sobre direitos canônicos, perseguições e imposição judicial. Ainda sobre poesia sacra, burlesca, erótica e satírica, que está profundamente enraizada na realidade da sociedade. Homem boêmio e não pouca as autoridades com seus versos satíricos.

sábado, 8 de março de 2014

Pensamento do Dia

"Bendito aquele que semeia livros e faz o povo pensar." Castro Alves

Castro Alves

Antônio Frederico de Castro Alves nasceu em Muritiva, hoje Castro Alves-BA, em 14 de março de 1847. Passou a infância no Sertão baiano. Foi atacado pela tuberculose e mudou-se para São Paulo em 1887. Em viagem ao Rio de janeiro fez amizade com José de Alencar e Machado de Assis que reconheceram seu valor, foi o maior estímulo pelo qual recebeu em sua curta existência. Retornou a Bahia, teve consagração definitiva quando publicou "ESPUMAS FLUTUANTES" 1870. O resto de sua obra estava em manuscrito ou impresso em jornais e revistas. Ele havia começado organizar o volume "OS ESCRAVOS" com os poemas "NAVIOS NEGREIROS", "VOZES D'AFRICA" e outros. Assim, os críticos o consideraram o mais tipico integrante da escola Condoneira. São notáveis: "O LIVRO E A AMÉRICA", "MOCIDADE E MORTE" e o "SIBARITA ROMANO". Castro Alves morreu em Salvador em 6 de julho de 1871 aos 24 anos de idade. Elementares características pessoais de Castro Alves: Por sua vez cita a natureza contemplada onde aparecem os belos flagrantes de paisagem nos campos. Fala ainda sobre escravos, natureza e queimadas.

sexta-feira, 7 de março de 2014

Penssamento do Dia

"Há um grande vento frio cavalgando as ondas, mas o céu está limpo e o sol muito claro. Duas aves dançam sobre as espumas assanhadas. As cigarras não cantam mais. Talvez tenha acabado o verão." Rubem Braga

quarta-feira, 5 de março de 2014

Rubem Braga

Suas crônicas baseadas no cotidiano e despretensiosa, mostra um português expressivo e inimitável. Rubem Braga nasceu em Cachoeiro de Itapemirim- ES, em 12 de janeiro de 1913. Começou seus estudos no Rio de Janeiro e formou em Belo Horizonte-MG em 1932. Trabalhou em diários associados cobrindo a Revolução Constitucionalista 1932, assim durante sua vida teve intensa atividade jornalística. Foi, também correspondente do Diário Carioca na Europa, na Segunda Guerra Mundial. Foi sócio de uma editora, chefe do Escritório Comercial do Brasil e Chile 1955 e embaixador no Marrocos (1961-1963). Estreou em livro com a coletânea de crônicas "O CONDE E O PASSARINHO" 1936, relato de suas experiências com a FEB na Itália 1945. Mais: "MORRO DO ISOLAMENTO" 1944, "UM PÉ DE MILHO" 1948, "HOMEM ROUCO" 1949, "A BORBOLETA AMARELA" 1956 e outros. Rubem Braga morreu no Rio de janeiro em 19 de dezembro de 1990. Elementares caraterísticas pessoais de Rubem Braga: Fala do dia-a-dia, de aparência despretensiosa, despojamento e expressividade.