quinta-feira, 31 de outubro de 2013
Pensamento do Dia
"O correr da vida embrulha tudo. A vida assim: esquenta e esfria, aperta e daí afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente é coragem."
João Guimarães Rosa
terça-feira, 29 de outubro de 2013
Jorge Amado
Jorge Amado de Farias nasceu em 10 de agosto de 1912 em Itabuna, Bahia. Passou a infância entre cidade natal e Salvador. Fez Faculdade de Direito no Rio de Janeiro e sofreu perseguições políticas que o levou a exilar na Argentina. Em 1948 viajou para países socialistas da Europa. A partir de 1958 começou a produzir e viver de literatura. Ele representa o regionalismo baiano, a zona cacueira e a zona urbana de Salvador. Romances da primeira fase: "O PAÍS DO CARNAVAL" 1932, "CACAU" 1933, "SUOR" 1934, "JUBIABÁ" 1935, "MAR MORTO" 1936, "CAPITÃES DE AREIA" 1937, "TERRA DO SEM FIM", 1942, "SÃO JORGE DOS ILHÉUS" 1944, "SEARA VERMELHA" 1946 e "OS SUBTERRÂNEOS DA LIBERDADE" 1952. Segunda fase: Começa 1958 "GABRIELA, CRAVO E CANELA" e na mesma linha, "OS VELHOS MARINHEIROS" 1961, "OS PASTORES DA NOITE" 1964, "DONA FLOR E SEUS DOIS MARIDOS" 1966, "TENDA DOS MILAGRES" 1969, "TEREZA BATISTA CANSADA DE GUERRA" 1973, "TIETA AGRESTE" 1977, "FARDA, FARDÂO, CAMISOLA DE DORMIR" 1979, "TOCAIA- A FACA OBSCURA" 1984, "O SUMIÇO DA SANTA" 1988, "RELATO DE VIAGEM", "O MUNDO DA PAZ" 1950, "GUIA DE SALVADOR BAHIA DE TODOS SANTOS" 1945. E de cunho político como "O CAVALHEIRO DA ESPERANÇA" 1945, mais romance autobiográfico "NAVEGAÇÂO DA CABOTAGEM", biográfico "LUIZ CARLOS PRESTES" e "ABC DE CASTRO ALVES". Jorge Amado foi eleito para Academia Brasileira de Letras em 1961 e faleceu em 6 de agosto de 2001 em Salvador-BA.
Elementares características pessoais de Jorge Amado: Discute sobre perseguições, prisões e justiça social. Fala, também de regionalismo, das grandes fazendas e do proletário. Lembra as zonas urbanas, rurais e encerra o discurso a respeito da exploração do trabalho rural.
terça-feira, 22 de outubro de 2013
Pensamento do Dia
"É fácil se livrar das responsabilidades. Difícil é escapar das consequências por ter se livrado delas."
Graciliano Ramos
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
Graciliano Ramos
Graciliano nasceu em Quebrângulo, Alagoas em 27 de outubro 1892. Estudou o secundário em Maceió, teve passagem pelo Rio de Janeiro e fixou moradia em Palmeiras dos Índios, Alagoas. Jornalista teve a função de prefeito, estreou na literatura como o romance "CAETÉS" 1933, dirigiu a Imprensa Oficial e a Instrução Pública. Foi preso em março de 1936, por atividades consideradas subversivas e sofreu muita humilhação, passando por vários presídios e liberado no ano seguinte. Suas experiencias pessoais aparecem no livro "MEMÓRIA DO CÁRCERE" 1955, filiou-se ao Partido Comunista Brasileiro, viajou pelos países socialistas europeu e e descreveu sua experiência em viagem 1954. Ainda, "VIDAS SECAS" 1938 e "SÃO BERNARDO" 1934. Em 1945 publicou "INFÂNCIA", romance autobiográfico. "DOIS DEDOS" 1945, "HISTÓRIAS INCOMPLETAS" 1946 e o volume "INSÔNIA" 1947. Livros infantis: "A TERRA DOS MENINOS PELADOS" 1941 e "ALEXANDRE" 1944. Graciliano Ramos morreu no Rio de Janeiro em 20 de março de 1953.
Elementares características pessoais de Graciliano Ramos: Cita atividades consideradas subversivas, de todo tipo de humilhação, também a questão dos presídios onde cita: " A Lei Maior é a Lei da Selva."
quarta-feira, 16 de outubro de 2013
Pensamento do Dia
Fui tomar satisfação com meu pai sobre esses assuntos do céu. "O povo diz que o céu é lá em cima e o inferno é lá em baixo. Mas se a terra é redonda e tem céu em toda a volta, onde fica o inferno?". Meu pai meio agnóstico, meio crente, me deu uma palmadinha carinhosa e saiu: "O inferno é aqui mesmo. Vá brincar!"
Raquel de Queiroz
terça-feira, 15 de outubro de 2013
Raquel de Queiroz
O "QUINZE" 1930, marcou a nova fase da Literatura Brasileira. Raquel de Queiroz nasceu em Fortaleza -CE em 17 de novembro de 1910. Inaugurou sua carreira literária com o romance o "QUINZE". O romance "JOÃO MIGUEL", considerado por parte da critica melhor que o "QUINZE", além de "CAMINHO DE PEDRAS" 1937, "AS TRÊS MARIAS" 1939 e o "GALO DE OURO" 1950. As peças "LAMPIÃO" 1953 e a "BEATA MARIA DO EGITO" 1958 onde aparecem uma linguagem mais trabalhada. Publicou volumes de cronicas "A DONZELA E A MOURA TORTA" 1948, "CEM CRONICAS ESCOLHIDAS" 1958, também colaborou com a revista O Cruzeiro. Mais, "O CAÇADOR DE TATU" 1967, "MAPINGUARI" (1964-1967) e "MEMORIAL DE MARIA MOURA" 1992. Em sua obra inclui livros infantis: "O MENINO MÁGICO" 1983, "CAFUTE PENA-DE-PRATA" 1986 e "ANDIRA" 1992. Raquel de Queiroz foi a primeira mulher a ingressar na Academia Brasileira de Letras e morreu em 4 de novembro de 2003.
Elementares características pessoais de Raquel de Queiroz: Lembra os flagelados da seca, a extrema pobreza, ela critica, também a falta de orientação sobre o cultivo da terra e situação dos presidiários.
domingo, 13 de outubro de 2013
Pensamento do Dia
"Volto hoje às minhas criaturas, aos rudes homens do cangaço, às mulheres, aos sertanejos castigados, às terras tostadas de sol e tintas de sangue, ao mundo fabuloso do meu romance, já no meio do caminho."
José Lins do Rego
sexta-feira, 11 de outubro de 2013
José Lins do Rego
José Lins do Rego Cavalcante nasceu em 3 de julho de 1901 no Engenho Corredor na Paraíba e estudou 0 secundário em João Pessoa. Mudou-se para o Recife em 1918, matriculou-se na Faculdade de Direito e fez amizade com Gilberto Freire, que muito o influenciou. Em 1935 mudou-se para o Rio de janeiro, colaborou com alguns jornais e exerceu cargos diplomáticos. Foi eleito para Academia Brasileira de Letras em 1955. Revive as recordações da infância e da adolescência para compor seu ciclo da cana-de-açúcar, uma série de romances que retrata a Zona da Mata nordestina. Este ciclo abrange: "MENINO DO ENGENHO" 1932, "DOIDINHO" 1933, "BANGUÊ" 1934, "MOLEQUE RICARDO" 1935 e "USINA" 1936. José Lins do Rego continuou sua publicação de romances rurais sem integra-los no ciclo. Ainda em 1937 lançou "PUREZA", "PEDRA BONITA" 1938, "RIACHO DOCE" 1939, "ÁGUA-MÃE 1941, "FOGO MORTO" 1943, "EURIDES" 1947 e "CANGACEIRO" 1953. Também, publicou ensaios, crônicas e livros sobre viagens pelo mundo. Jose Lins do Rego morreu em 12 de setembro de 1957 no Rio de Janeiro.
Elementares características pessoais de José Lins do Rego: Apela pelas recordações da infância e adolescência> Foca no caráter moralista que retrata determinada região, em um período critico de transição. Lembra o conceito de trabalho que explora o homem e a decadência dos engenhos esmagados pelas poderosas usinas.
Assinar:
Comentários (Atom)
