terça-feira, 29 de outubro de 2013
Jorge Amado
Jorge Amado de Farias nasceu em 10 de agosto de 1912 em Itabuna, Bahia. Passou a infância entre cidade natal e Salvador. Fez Faculdade de Direito no Rio de Janeiro e sofreu perseguições políticas que o levou a exilar na Argentina. Em 1948 viajou para países socialistas da Europa. A partir de 1958 começou a produzir e viver de literatura. Ele representa o regionalismo baiano, a zona cacueira e a zona urbana de Salvador. Romances da primeira fase: "O PAÍS DO CARNAVAL" 1932, "CACAU" 1933, "SUOR" 1934, "JUBIABÁ" 1935, "MAR MORTO" 1936, "CAPITÃES DE AREIA" 1937, "TERRA DO SEM FIM", 1942, "SÃO JORGE DOS ILHÉUS" 1944, "SEARA VERMELHA" 1946 e "OS SUBTERRÂNEOS DA LIBERDADE" 1952. Segunda fase: Começa 1958 "GABRIELA, CRAVO E CANELA" e na mesma linha, "OS VELHOS MARINHEIROS" 1961, "OS PASTORES DA NOITE" 1964, "DONA FLOR E SEUS DOIS MARIDOS" 1966, "TENDA DOS MILAGRES" 1969, "TEREZA BATISTA CANSADA DE GUERRA" 1973, "TIETA AGRESTE" 1977, "FARDA, FARDÂO, CAMISOLA DE DORMIR" 1979, "TOCAIA- A FACA OBSCURA" 1984, "O SUMIÇO DA SANTA" 1988, "RELATO DE VIAGEM", "O MUNDO DA PAZ" 1950, "GUIA DE SALVADOR BAHIA DE TODOS SANTOS" 1945. E de cunho político como "O CAVALHEIRO DA ESPERANÇA" 1945, mais romance autobiográfico "NAVEGAÇÂO DA CABOTAGEM", biográfico "LUIZ CARLOS PRESTES" e "ABC DE CASTRO ALVES". Jorge Amado foi eleito para Academia Brasileira de Letras em 1961 e faleceu em 6 de agosto de 2001 em Salvador-BA.
Elementares características pessoais de Jorge Amado: Discute sobre perseguições, prisões e justiça social. Fala, também de regionalismo, das grandes fazendas e do proletário. Lembra as zonas urbanas, rurais e encerra o discurso a respeito da exploração do trabalho rural.
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