segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Mário de Andrade

Mário Raul de Morais Andrade, Chamado "Papa do Modernismo". Nasceu em São Paulo em 9 de outubro de 1893. Após o grupo escolar e ginásio foi para a Escola de Comércio Alvares Penteado, largou o curso por desentender-se com o professor de português. Depois, matriculou-se no Conservatório Musical de São Paulo e se formou em piano. Ainda jovem escrevia para jornais e revistas. Em 1917 fez amizade com Osvaldo de Andrade e escreveu seu primeiro livro. Conheceu Anita Malfati e tornou-se figura importante no meio cultural. Foi diretor do Departamento de Cultura do Município de São Paulo, professor de História da Música no conservatório Dramático de São Paulo e professor de História e Filosofia da Arte na Universidade do Distrito Federal (Rio de Janeiro). Voltou para São Paulo e trabalhou no Serviço do Patrimônio Histórico. No livro "PAULICÉIA DESVAIRADA", sua poesia se manifesta modernista. AMAR, VERBO INTRANSITIVO, é um romance que penetra fundo na estrutura da família na burguesia paulistana. Em MACUNAÍMA, O Herói, sem nenhum Caráter, talvez, sua criação máxima. Mário de Andrade morreu em sua casa em 25 de fevereiro de 1945 em São Paulo. Elementares características pessoais de Mário de Andrade: Argumenta que somos uma "colcha de retalhos", são as nossas multifacetas. Também, com estrutura familiar, preconceito, natureza e imigrantes. Enfatiza o Herói sem Caráter a questão do índio, o folclore e as tradições.

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