segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Manuel Bandeira

Manuel Carneiro de Souza Bandeira Filho nasceu em Recife, em 19 de abril de 1886. Fez o secundário no Rio de Janeiro em 1903, mudou-se para São paulo e matriculou-se na Escola Politécnica. Doente, abandonou os estudos e voltou para o Rio de Janeiro. Desenganados pelos médicos, Bandeira passou por várias casas de saúde do Brasil e Europa. Seu livro de estreia "A CINZA DAS HORAS" 1917, de influência Parnasiana e simbolista. Participou à distância da Semana de Arte Moderna em 1922 onde foi lida sua poesia "OS SAPOS", pois se recusou a comparecer por não concordar aos ataques a Parnasianos e Simbolista. Bandeira enquanto lutava contra a morte, perde a mãe, o pai e a irmã. Viveu solitariamente, embora com amigos e das reuniões na Academia Brasileira de Letras. Morreu aos 82 anos no dia 13 de outubro de 1968. Ainda a publicação dos livros "CARNAVAL" 1919, "RITMO DISSOLUTO" 1924 e a explosão com a publicação "LIBERTINAGEM" 1930, com os poemas "O CACTO", "PNEUMOTÓRAX", "EVOCAÇÂO DO RECIFE", "POEMA TIRADO DE UMA NOTICIA DE UM JORNAL", "IRENE NO CÉU", VOU ME EMBORA PARA PASÁRGADA" e outros. Elementares características pessoais de Manuel Bandeira: Cita as estações climáticas, solidão e a inconformidade aos intensos ataques a determinados estilos literários.

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