terça-feira, 25 de março de 2014
Eça de Queirós
José Maria Eça de Queirós(1845-1900). Além de romancista e contista, foi jornalista e trabalhou com Ramalho Ortigão na redação as Farpas. Divide em três fases as obras de Eça de Queirós: Romântica , realista e Social-Nacionalista. "O MISTÉRIO DA ESTRADA DE CINTRA", "PROSAS BÁRBARAS" e coletâneas de contos. Em suas produções românticas teve grande influência de Vitor Hugo e outros. "O CRIME DO PADRE AMARO", "O PRIMO BASÍLIO", "O MANDARIM", "OS MAIAS" e "A RELÍQUIA" obras que sofreram influência de Émile Zola, Balzac e Flaubert. No final já decepcionado com as misérias retratadas e seus romances, o fez mudar de direção onde sua preocupação não são problemas da sociedade. Obras desta época: "CORRESPONDÊNCIA DE FRADIQUE MENDES", "A ILUSTRE CASA DE RAMIRES" e "AS CIDADES E AS SERRAS". Eça de Queirós nasceu em Póvoa de Varzim, em 25 de novembro de 1845 e morreu em Paris em 16 de agosto de 1900.
Elementares características pessoais de Eça de Queirós: Fala dos cassinos e faz uma análise psicológica sobre seus personagens, traçando retrato vivos e autênticos de ambientes, embora algumas vezes se deixa cair no exagero ou na caricatura. Realista e descrente dos benefícios que poderiam fazer a dinâmica na sociedade que muda o rumo e traz preocupações, também enfoca a temática sinistra e macabra de renovação; o lado negativo do ser, da sociedade, padronização e miséria.
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