terça-feira, 24 de setembro de 2013

Pensamento do Dia

"Há pessoas que nos falam e nem as escutamos, há pessoas que nos ferem e nem cicatrizes deixam mas há pessoas que simplesmente aparecem em nossas vidas e nos marcam para sempre." Cecília Meireles

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Cecília Meireles

Cecília Benevides de Carvalho Meireles, nasceu em 7 de setembro de 1901 no Rio De Janeiro e foi criada pela avó materna. Formou-se pela Escola Normal do Rio de Janeiro e dedicou-se ao magistério. Na década de 30 foi professora em várias Universidades e começou na Literatura participando da chamada "Corrente Espiritualista", sobre influência dos poetas do grupo da revista Festa. Com o volume Espectros, 17 sonetos lançado em 1919, Cecília publicou dois livros de poemas "NUNCA MAIS...O POEMA DOS POEMAS" 1923 e "BALADAS PARA EL-REI" 1925. Além de, "VIAGEM" 1938, "VÉGA-MÚSICA" 1942, "MAR ABSOLUTO" 1945, "RETRATO NATURAL" 1949, "DOZE NOTURNOS DE HOLANDA" 1952; "ROMANCEIRO DA INCONFIDÊNCIA" 1953, "METAL ROSIDER", 1960, "POEMAS ESCRITOS NA ÍNDIA" 1962 e "OU ISTO OU AQUILO" 1964. Cecília Meireles morreu em 9 de novembro de 1964 no Rio de Janeiro. Elementares características pessoais de Cecília Meireles: Foca sobre corrente espiritualista que reflete em uma atmosfera de sonho, de fantasia, ao mesmo tempo, de solidão, padecimento e da consciência da transitória das coisas.

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Pensamento do Dia

Cortar o Tempo "Quem teve a ideia de cortar o tempo em fatias a que deu o nome ano, foi um individuo genial. Industrializou a esperança, fazendo-a funcionar no limite da exaustão. Doze meses dão para qualquer ser humano se cansar e entregar os pontos. Ai entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez, com outro número e outra vontade de acreditar que daqui para diante vai ser diferente." Carlos Drummond de Andrade

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Carlos Drummond de Andrade

Carlos Drummond de Andrade nasceu no dia 31 de outubro de 1902, em Itabira, Minas Gerais. Começou seus estudos em Minas Gerais e em 1918 foi para o colégio interno Anchieta da Companhia de Jesus em Friburgo, mas foi expulso após um incidente com o professor de Português. Formou-se em farmácia, mas foi professor de Português e Geografia em Itabira. Mudou-se para o Rio de Janeiro, trabalhou no Ministério da Educação e atuou como co-diretor do jornal comunista Tribuna Popular. Drummond passou a viver integralmente da literatura a partir de 1950. Primeiros livros de Drummond: "ALGUMAS POESIAS" 1930, "BREJO DAS ALMAS" 1934, "SENTIMENTO DO MUNDO" 1940, "JOSÉ" 1942 e "A ROSA DO POVO". Novos poemas contidos em "POESIA ATÉ AGORA" 1948, "BOITEMPO & A FALTA QUE AMA" 1968, "CLARO ENIGMA" 1951, "FAZENDEIRO DO AR" 1953 e "A VIDA PASSADA A LIMPO" 1959. Além das obras citadas ele publicou "POESIA" 1942, que resume livros anteriores e inclui outros. Carlos Drummond de Andrade morreu no Rio de Janeiro em 21 de agosto de 1987, poucos dias após o desaparecimento da filha, a cronista Maria Julieta Drummond de Andrade. Elementares características pessoais de Carlos Drummond de Andrade: Fala da terra e seus mitos particulares e sobretudo da sociedade.

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Pensamento do Dia

Duas vezes se morre: Primeiro na carne, depois no nome. Os nomes, embora mais resistentes do que a carne, rendem-se ao poder destruidor do tempo, como as lápides." Manuel bandeira

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Manuel Bandeira

Manuel Carneiro de Souza Bandeira Filho nasceu em Recife, em 19 de abril de 1886. Fez o secundário no Rio de Janeiro em 1903, mudou-se para São paulo e matriculou-se na Escola Politécnica. Doente, abandonou os estudos e voltou para o Rio de Janeiro. Desenganados pelos médicos, Bandeira passou por várias casas de saúde do Brasil e Europa. Seu livro de estreia "A CINZA DAS HORAS" 1917, de influência Parnasiana e simbolista. Participou à distância da Semana de Arte Moderna em 1922 onde foi lida sua poesia "OS SAPOS", pois se recusou a comparecer por não concordar aos ataques a Parnasianos e Simbolista. Bandeira enquanto lutava contra a morte, perde a mãe, o pai e a irmã. Viveu solitariamente, embora com amigos e das reuniões na Academia Brasileira de Letras. Morreu aos 82 anos no dia 13 de outubro de 1968. Ainda a publicação dos livros "CARNAVAL" 1919, "RITMO DISSOLUTO" 1924 e a explosão com a publicação "LIBERTINAGEM" 1930, com os poemas "O CACTO", "PNEUMOTÓRAX", "EVOCAÇÂO DO RECIFE", "POEMA TIRADO DE UMA NOTICIA DE UM JORNAL", "IRENE NO CÉU", VOU ME EMBORA PARA PASÁRGADA" e outros. Elementares características pessoais de Manuel Bandeira: Cita as estações climáticas, solidão e a inconformidade aos intensos ataques a determinados estilos literários.

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Pensamento do Dia

"Como poucos, eu conheci as lutas e as tempestades. Como poucos, eu amei a palavra "liberdade" e por ela briguei." Oswald de Andrade